Trips realizadas

Expedição Fauna (Pantanal) 

O bioma Pantanal abrange duzentos e cinqüenta mil quilômetros de extensão, localizado entre o Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraguai e Bolívia. É considerado pela UNESCO como Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera. É formado por fauna e flora de rara beleza, além de ser um ecossistema único no mundo. É conhecido mundialmente por sua rica fauna, sendo muitas de suas espécies ameaçadas e ou endêmicas.

Existem mais espécies de aves no pantanal (656) do que na America do Norte (cerca de 500), e mais espécies de peixes do que na Europa (263 contra aproximadamente 200 – fonte: www.pantanalecoturismo.tur.br). Dentre os animais comumente avistados podemos citar as seguintes espécies: tuiuiú, cabeça-seca, jacaré-do-pantanal, cervo-do-pantanal, tamanduá-bandeira (Tamandua tretradactyla), tamanduá-mirim (Tamandua tridactyla), Arara Azul (Anodorinchus hyacinthinus), Arara vermelha, Arara Canindé, Anta, etc.

Expedição Fauna (Bonito)

Bonito é um município brasileiro da região Centro-Oeste, situado no estado de Mato Grosso do Sul. Pólo do ecoturismo em nível mundial, suas principais atrações são as paisagens naturais, os mergulhos em rios de águas transparentes, cachoeiras, grutas, cavernas e dolinas. Juntamente com Jardim, Guia Lopes da Laguna e Bodoquena, é o principal município que integra o complexo turístico do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, apresentando grande potencial turístico. Com diversos tipos de fauna e flora, Bonito foi considerado um dos lugares mais bonitos do Brasil em 2009. Existem mais de 4.000 espécies de plantas e suas águas e rios podem abrigar mais de 2.000 espécies de peixes e aquáticos

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bonito_(Mato_Grosso_do_Sul)

Expedição Fauna (Estrada Parque)

Em seus 120 quilômetros de extensão pelo Pantanal sul-mato-grossense, a Estrada Parque oferece aos visitantes uma oportunidade prática e econômica para observar a flora e a fauna da região. A contemplação é a marca principal do atrativo, e o contato com uma infinidade de animais silvestres torna o passeio ainda mais especial.

Fonte: http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2012/01/estrada-parque-e-opcao-pratica-e-barata-para-conhecer-pantanal-em-ms.html

Expedição Fauna (Embu das Artes)

Em 1624, Fernão Dias e sua mulher Catarina Camacho, grandes proprietários da região, doaram à igreja uma quadra de terras para construção da Capela de Nossa Senhora do Rosário, iniciada em 1628, pelo Padre Belchior de Pontes que transferiu, para suas proximidades, a aldeia de M’Boy.

M’boy que tupi significa cobra, originou a corruptela Embú, assim denominado a aldeia que, segundo versão popular, surgiu quantidade de cobras existentes.

A construção do convento, anexo à capela foi iniciada em 1740 pelo Padre Domingos Machado. Na época, foram reunidos no aldeamento vários padres artistas que elaboraram os trabalhos de decoração da mesma. As verbas necessárias às douraduras dos entalhes das paredes de madeiras e grande número de imagens, foram possibilitadas pela venda do algodão que cultivavam em grande escala.

A dificuldade de comunicação não permitiu o rápido desenvolvimento do povoado. Somente no final do século XIX, a Cúria Diocesana de São Paulo contratou o engenheiro Henrique Bocolini para demarcação do patrimônio; o qual, reconhecendo os valores artísticos da capela e do convento, realizou as primeiras obras de apoio à conservação das construções.

Suas terras, no entanto, eram impróprias para a cafeicultura, principal atividade econômica da época. Assim, Embú entrou noutro período de retração que durou até meados do século XX, quando a capela e convento foram tombados pelo Estado que procedeu às devidas restaurações. A partir disso, a comunidade local, liderada por Annis Neme Bassith, começou a desenvolver as atividades artísticas, explorando o turismo como fonte de renda do Município, criado em 1959.

Fonte: http://cidadeembudasartes.sp.gov.br/embu/portal/pagina/ver/204